Entre uma visita e outra, o propagandista farmacêutico perde o recurso mais escasso do dia: tempo. Grande parte dessa perda não vem do trânsito em si, mas de decisões de sequência — visitar a zona sul de manhã, voltar ao centro depois do almoço e cruzar a cidade no fim da tarde.
Planejamento de rotas é, antes de tudo, planejamento de sequência.
Comece pelos horários fixos
A rota do dia deve ser construída ao redor dos compromissos com hora marcada. São eles que determinam os âncoras do dia; as demais paradas se encaixam nos intervalos. Uma rota “otimizada” que ignora um compromisso fixo não está otimizada — está errada.
Agrupe por proximidade real
Proximidade no mapa nem sempre significa proximidade no tempo. Priorize agrupamentos que façam sentido no deslocamento real: mesmo bairro, mesma avenida, mesmo estacionamento. Estimativas de distância ajudam a comparar sequências antes de sair de casa.
Na Pharma Flow AI, a rota do dia sugere uma sequência com estimativas de deslocamento — e o trânsito em tempo real fica por conta da integração com o seu aplicativo de navegação (Google Maps ou Waze), que você abre direto de cada parada.
Deixe margem para o imprevisto
Uma rota sem folga é uma promessa que o dia não vai cumprir. Reserve intervalos entre paradas e defina, de antemão, quais visitas podem ser remanejadas sem prejuízo. Quando o imprevisto chegar — e ele sempre chega — você reordena o restante em vez de improvisar.
Feche o ciclo
Ao final do dia, compare a rota planejada com a executada. Os padrões aparecem rápido: regiões que sempre estouram o tempo, paradas que rendem pouco, horários sistematicamente otimistas. A rota da próxima semana começa nessa revisão.
- Ancore o dia nos compromissos com horário fixo.
- Agrupe paradas por deslocamento real, não só pelo mapa.
- Reserve margem entre paradas para imprevistos.
- Defina quais visitas podem ser remanejadas.
- Revise a rota executada e ajuste a próxima semana.